ArtistasThiago Espírito Santo

Thiago-esp_rito-santoThiago Espirito Santo conviveu desde cedo com grandes músicos, o que inclui os pais, o multiinstrumentista Arismar do Espírito Santo e a pianista Silvia Góes. Deles, vieram as primeiras influências e, a partir daí, o baixista buscou a própria maneira de tocar. O início de seus estudos foi aos 13 anos e, aos 17, tornou-se profissional. Em 2008, Thiago Espirito Santo lançou seu segundo disco-solo, Hemisférios, e consolidou o início de sua carreira internacional como artista-solo, sendo reconhecido atualmente como um dos nomes mais importantes da música brasileira.

Quais seus trabalhos mais recentes?
Acabei de lançar o meu segundo CD-solo, “Hemisférios”, pelo selo Fubá Music, abri minha escola, o Instituto de Desenvolvimento Musical, em parceria com Silvia Goes, e toquei nos festivais Jazz Sous les Pommieurs, em Coutances, na França, e Matosinhos Jazz, em Porto, Portugal, ao lado de Hamilton de Holanda Quinteto. Além disso, está em pré-produção o CD Thiago Espirito Santo-Kiko Loureiro-Cuca Teixeira. Será lançado, também, o CD que gravei no Japão com Yamandú Costa (Tokyo Session). No segundo semestre, entro em estúdio para gravar o CD Duo Espirito Santo, ao lado de Arismar do Espirito Santo e Orquestra, que será lançado pela gravadora Maritaca. Afora isso, tenho ministrado cursos e workshops pelo País.

De que forma você utiliza o afinador BOSS TU-2 e o pedal Loop Station RC-2?
O pedal TU-2 é um item indispensável no meu setup, pois, em todos os trabalhos que realizo, a perfeição e a afinação estão em primeiro lugar. O Loop RC-2 é genial! Com ele, faço workshops, aulas, shows e pratico em casa. Por ser um pedal compacto, o RC-2 é muito fácil de operar e, de todos os loops que já testei, definitivamente é o que apresenta o som mais fiel. Esse eu recomendo!

E quanto ao estúdio digital BOSS MICRO-BR?
Esse foi o melhor presente que ganhei! Uso para registrar algumas idéias, para estudar quando estou na estrada e para gravar ensaios e shows.

Você é um dos músicos mais requisitados do Brasil. Como vê o mercado musical para contrabaixistas?
Como músico, não vejo muitas diferenças no mercado de trabalho, independentemente do instrumento que toco. Creio que o mercado sempre será favorável aos artistas (profissionais da arte). Entretanto, não acredito em milagres, ou seja, turnê alguma “cai do céu”. Sem o suor e o trabalho, devidamente realizado com seriedade, não se torna possível a prosperidade e o crescimento do mercado.

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